Covidão não para, agora PF investiga compra de testes do coronavírus superfaturados

A corrupção envolvendo a covid-19 ganhou o nome de Covidão, uma referência ao Petrolão e ao Mensalão, ambos do PT.

 

Depois de ações para investigar a compra de respiradores superfaturados no Pará e no Rio de Janeiro, a Polícia Federal se desdobra agora para investigar a aquisição de testes da covid-19 com preços acima do valor de mercado.

A corrupção envolvendo a doença ganhou o nome de “Covidão” uma referência ao Petrolão e ao Mensalão, ambos do PT.

Nesta quinta-feira (2) estão sendo cumpridos mandados em 20 cidades, de 7 Estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Goiás e mais o Distrito Federal. Cofres públicos teriam sido lesados em R$ 31 milhões.

No DF, por exemplo, servidores da secretaria de saúde teriam se organizado para fraudar licitações e adquirir testes IgG/IgM com preços superfaturados. Além disso, houve trocas de marcas de testes de qualidade inferior, segundo a polícia.

Na ação, são investigados crimes de lavagem de dinheiro, cartel, fraude a licitação, corrupção ativa e passiva e organização criminosa. A operação recebeu o nome de Falso Negativo.