Mangueira destila ódio contra a fé cristã e ataca Jair Bolsonaro no carnaval do Rio

Protestar contra o governo é fácil, difícil é ir contra quem financia jogo do bicho e tráfico de drogas

Em um carnaval repleto de críticas ao governo do presidente Bolsonaro que se recusa a oferecer recursos ao carnaval do Rio de Janeiro, desde sempre influenciado pelo narcotráfico e jogo do bicho. A escola de samba Estação Primeira de Mangueira destilou na avenida todo o ódio ao presidente e aos cristãos, colocando Bolsonaro como ditador cristão e Jesus Cristo como travesti, malandro, favelado e gay, expondo o filho de Deus como bandido que apanha da polícia.

Por esse motivo e por parabenizar o governador Wilson Witzel (PSC), a agremiação foi vaiada ao final da apresentação. Cabe lembrar que Witzel é crítico do presidente e tentou; por meio da Policia Civil, ligá-lo à morte da vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada por milicianos.

A parceria Witzel e Mangueira escancara mais uma vez que o governador do Rio tem feito de tudo para manchar a imagem de Bolsonaro, inclusive se alinhar com um ‘diálogo cabuloso’ aos principais mantenedores da criminalidade carioca; bicheiros e traficantes. Em repúdio ao deboche da escola de samba, a falta de respeito com os cristãos e o ultraje à Nossa Senhora no samba-enredo, o Instituto Plinio Correa de Oliveira criou uma petição online para deixar claro a posição de reprovação contra mais essa blasfêmia.