Máscara caindo: ONU declara apoio aos antifas americanos

Organização apronta mais uma e põe até bandeira do movimento anarquista para manifestar ‘profunda preocupação’ com Estados Unidos

Matéria do dia 22/06/2020 - Voluntários do MS Conservador

Não dá para esperar muito de um organismo de direitos humanos que já condenou Israel 45 vezes e que tem, atualmente, a Venezuela entre seus integrantes.

Na última sexta-feira, as Nações Unidas, em sua conta do twitter, declararam seu apoio inabalável aos membros da Ação Antifascista, uma violenta organização marxista-leninista que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que em breve seria rotulada como uma organização terrorista.

Com todos os seus defeitos e o escandaloso viés anti-israelense, decorrentes da própria estrutura da ONU, o Conselho de Direitos Humanos tem uma atuação importante nem que seja apenas para oficializar casos pavorosos de abusos cometidos por regimes brutais. 

Isso quando não comete absurdos como “manifestar profunda preocupação” com a atitude do ministro da Justiça dos Estados Unidos, William Barr, ao “descrever o Antifa e outros ativistas antifascistas como terroristas internos”.

“Isso solapa os direitos à liberdade de expressão e à reunião pacífica no país”

 A “preocupação”, em todos os seus absurdos, foi captada por outro organismo da tentacular burocracia, o Escritório da ONU em Genebra (UNOG), e divulgada num post ilustrado por nada menos que a bandeira usada pelos antifas.

O post foi deletado depois que o tamanho da asneira foi identificado: nada menos que um órgão da ONU defendendo e divulgando o grupo especializado em badernas de rua que se aproveitou das recentes manifestações de repúdio ao racismo para ampliar sua tática de confronto e violência.

O secretário de Estado americano, Michael Pompeo, disse que o Conselho virou “um porto seguro para ditadores e as democracias que cedem a seus caprichos”.

Os Estados Unidos saíram do Conselho em 2018, seguindo a política de Donald Trump de não aceitar com magnanimidade as mordidas disfarçadas ou abertas de um organismo que, na época, tinha entre seus integrantes Cuba, Venezuela, Sudão, Líbia e Arábia Saudita.

Fonte: Mises Report

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