Petra Costa tenta vender narrativa mentirosa nos Estados Unidos e redes sociais desmascaram a farsa

Documentário concorre ao Oscar, no entanto o filme seguramente deveria estar classificado no gênero de ficção tamanha a quantidade de mentiras presentes na narrativa

A cineasta Petra Costa, herdeira do império bilionário da construtora Andrade Gutierrez, concorre ao Oscar de melhor documentário com a película Democracia em Vertigem, uma obra que deveria estar classificada no gênero de ficção; uma narrativa nojenta, canalha e completamente alheia à realidade dos fatos. Um levantamento realizado pelo portal Gazeta do Povo encontrou cerca de 45 inconsistências em todo o filme, quantidade mais que suficiente para atestar que Democracia em Vertigem se presta ao papel de, em uma tentativa, megalomaníaca de reescrever a história.

Lula e Dilma são alçados, de forma infame, como salvadores da pátria e o escândalo de corrupção obsceno que assaltou os cofres públicos do país é minimizado. Dentre as inúmeras mentiras contadas durante a narrativa estão que “o PT representava a esperança de que as desigualdades do país seriam enfrentadas”, sendo que o partido que comandou o país nos últimos 16 anos beneficiou tão somente os 10% mais ricos da sociedade.

Petra também afirma no documentário que “Dilma perdeu prestígio porque atacou bancos e juros” sendo que assumiu a presidência, a taxa Selic estava abaixo de 8,75% e chegou a bater absurdos 14%. Os juros só voltaram a cair quando a equipe econômica de Michel Temer assumiu. A presidente discursava contra rentistas, mas a gestão Dilma foi o que mais os favoreceu. O povo, que está cansado de ser enganado pelos grandes grupos de imprensa, foi às redes sociais e reagiu com a hashtag #PetraLiar (Petra mentirosa), desmentindo toda a ficção descrita pela cineasta nos Estados Unidos.